Deverão ser remetidos esta quinta-feira (4) à Unidade de Cuidados Continuados da “Basto Vida”, em Cabeceiras de Basto, os resultados das segundas análises feitas à qualidade da água na rede interna do edifício depois de ter sido substituída a tubagem e reforçada a potência da caldeira, disse ao Terras de Basto fonte da direção.
De acordo com a fonte, em causa estão colheitas feitas há dez dias atrás, sendo este o tempo razoável de análise até à sua comunicação à entidade interessada.
As primeiras análises após a intervenção na tubagem confirmaram a ausência de “legionella”, mas a “Basto Vida” considera pertinente a repetição amiúde destas análises, «por razões de completa segurança».
A Unidade de Cuidados Continuados foi alvo de desinfeção química e técnica após a substituição da tubagem, conforme é preconizado pelos especialistas, tendo procedido igualmente a alterações na caldeira que gere as águas quentes do edifício, permitindo agora que a temperatura seja a recomendável na ponta da rede.
A instituição acolhe hoje 19 utentes, aguardando o regresso de nove dos anteriores ocupantes, que a burocracia inerente ao processo não permitiu ainda transferir dos sítios para onde foram evacuados: seis no Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais, em Coimbra, e três nas Residências Montepio, em Albergaria.
Com a reserva das nove vagas para os utentes evacuados, a Unidade de Cuidados Continuados da “Basto Vida” mantinha hoje livres mais dois lugares, «que podem ser ocupados a qualquer instante», disse a fonte. O anúncio das suspeitas de “legionella” nas águas internas da unidade foi anunciado a 9 de outubro, em nota pública, tendo-se procedido dias depois à evacuação dos 30 ocupantes.






