A polémica do momento em Cabeceiras de Basto faz o primeiro destaque de capa de mais uma ótima edição do Terras de Basto que sai esta quinta-feira para as bancas. “Município atira feira contra bombeiros”, titulamos nós. É bem provável que a presidência da Câmara de Cabeceiras de Basto já tenha recuado na decisão de, com a proposta de reorganização da feira semanal, ocupar o parque frontal ao quartel dos bombeiros. Os últimos sinais iam nesse sentido. Se assim não fosse, era bem possível que, para o chamar à razão, os “soldados da paz” lhe pusessem os capacetes à porta num dia destes. Não havia necessidade.
Mas o destaque principal vai mesmo para o Festival Internacional das Camélias em Celorico de Basto. O concelho concentra-se durante todo este mês de março naquela que é uma das suas realizações maiores, e a que o Terras de Basto dedica um suplemento nesta edição. Em entrevista, o presidente da câmara diz que a camélia representa, para Celorico de Basto, muito mais do que uma flor de inverno. «É uma marca de excelência» deste território, diz.
A caixa de chamadas faz-se de novo com Cabeceiras de Basto, que aguarda que a concessionária da A7 apresente «um projeto» relativo à reconstrução das duas casas destruídas pelo deslize de um talude que suporta a praça da portagem no Arco de Baúlhe.
Já em Mondim de Basto, anunciamos que está por dias a abertura do concurso para a criação do designado “Parque da Biodiversidade do Alvão”, ou seja, um “livinglab”, projeto com investimento-base de cerca de um milhão de euros.
Fechamos com Ribeira de Pena, onde o Museu do Volfrâmio vai acolher no final de março a “Noite no Museu”, iniciativa que anuncia como «diferente e emocionante» e durante a qual «ganhará nova vida», transformando-se «num espaço de aventura, aprendizagem e muita alegria».
E são estes os principais destaques de cada desta 43.ª edição do jornal Terras de Basto.
Tenha boas leituras.
João Paulo Mesquita, diretor





