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“Basto Vida” elege vice-presidente da assembleia geral

A cooperativa “Basto Vida”, de Cabeceiras de Basto, elege esta quinta-feira (20), em assembleia extraordinária, o vice-presidente da mesa, elemento em falta desde a transferência de quotas entre membros realizada há alguns meses.

Tal como o Terras de Basto noticiou, em causa está a alegada “devolução” das quotas detidas pelo atual vereador Pedro Sousa ao também vereador Fernando Basto, seu titular original, circunstância que obriga à substituição do primeiro nos órgãos sociais, face à perda do estatuto de cooperante.

Nesta assembleia geral – a que que continua a presidir, embora demissionário, Joaquim Barreto – vai ser apresentado aos cooperantes o representante da parte pública na régie-cooperativa, o município (80%), para presidente da direção, o já anunciado Serafim da China Pereira.

Vai ser igualmente apresentado o representante municipal na assembleia geral, função que o presidente da câmara, Manuel António Teixeira, fez questão de assumir.

O plenário vai ainda discutir e votar algumas alterações aos estatutos da cooperativa, que passam a afirmar, por exemplo, que «os titulares da direção não podem contratar direta ou indiretamente com a instituição, salvo se do contrato resultar manifesto benefício para a Cooperativa» ou que «os titulares dos órgãos não podem exercer atividade conflituante com a atividade da instituição onde estão inseridos, nem integrar órgãos sociais de entidades conflituantes com os da cooperativa, ou de participadas desta».

Passam também a afirmar de forma explícita que «a assembleia extraordinária reunirá quando convocada pelo presidente da mesa da assembleia geral, por sua própria iniciativa ou a pedido da direção ou do conselho fiscal, ou requerimento de membros que representem pelo menos 5% do capital, no mínimo de dois membros».

Neste âmbito, afirmam ainda que «se o presidente da mesa da assembleia não convocar a assembleia geral, ilegalmente, pode a convocação ser efetuada pelo conselho fiscal, e se este também a não convocar, haverá lugar a convocação judicial da mesma assembleia».

A assembleia extraordinária desta quinta-feira inclui ainda na ordem de trabalhos a «apreciação e votação dos pedidos de demissão». Em causa está a demissão, a 12 de junho, dos três membros da assembleia geral, concretamente do presidente da mesa, Joaquim Barreto, e dos vogais Armando Duro e Pedro Sousa, que se manifestaram «desconfortáveis» com a situação que então se vivia na direção da cooperativa, designadamente a saída da diretora-técnica, mulher do então presidente da câmara, para assumir o lugar a que se candidatou na função pública, e a sua posterior contratação, a meio-tempo, para continuar a exercer as mesmas funções na “Basto Vida”.

Tal como o Terras de Basto noticiou, os demissionários foram agora convidados pelo novo presidente da câmara municipal a reconsiderar nos seus propósitos, a que Joaquim Barreto e Armando Duro deram já o seu assentimento. Quanto a Pedro Sousa, não reúne já condições para continuar, por perda do estatuto de cooperante, o que obriga à eleição de novo vice-presidente da assembleia geral. [JPM].

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