Terça-feira, Janeiro 20, 2026
spot_imgspot_img

Top da Semana

spot_img

Related Posts

Nova tutela pelas CCDR’s agrada a diretor da Escola Agrícola de Fermil

O diretor da Escola Profissional de Agricultura de Fermil, em Celorico de Basto, veio a público expressar a sua satisfação pela integração das escolas profissionais agrícolas na tutela das comissões de coordenação e desenvolvimento regional.

Aprovada já em Conselho de Ministros, a alteração da tutela implica igualmente uma parceria entre os ministérios da Agricultura e da Economia e Coesão Territorial.

«É este o caminho; as escolas profissionais de agricultura estão desde há muito votadas ao abandono; este é um primeiro passo para as reabilitar», disse Fernando Fevereiro ao Terras de Basto, a quem o próprio ministro da Agricultura havia já dado a conhecer esta intenção em encontros mantidos durante deslocações à região.

Fernando Fevereiro cita declarações feitas por José Manuel Fernandes à revista “A Voz do Campo”, de acordo com as quais «o primeiro passo, muito positivo, foi o Ministério da Educação ter reconhecido que as escolas profissionais agrícolas estavam num ângulo morto e que não se lhes dava a importância que têm de ter».

«As direções regionais da Agricultura destruíram-nas, nós estamos a recuperá-las. A Floresta tinha saído da Agricultura, voltou à Agricultura; o Bem-Estar animal tinha saído da Agricultura, voltou à Agricultura; e as escolas profissionais estavam completamente esquecidas…», afirmou, neste contexto, o governante, sublinhando que «uma das prioridades é precisamente a renovação geracional e as competências», processo em que as escolas profissionais se impõem.

O ministro da Agricultura assumiu nessas declarações que, ao ficarem sob a tutela da CCDR’s, as escolas profissionais terão de adequar os respetivos programas ao seu território, mas que também no que respeita ao seu financiamento, «terão agora uma nova abordagem, regional e de proximidade».

«As escolas profissionais, as quatorze que existem, são cruciais para atingirmos os nossos objetivos», realçou José Manuel Fernandes.

No que diz respeito ao financiamento destas escolas, Fernando Fevereiro ousa defender que elas devem assumir também outras valências, designadamente na formação de ativos, o que lhes pode proporcionar o acesso a fundos importantes.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Popular Articles