Razões do foro burocrático com origem na mudança de direção impediram a “Basto Vida” de proceder ao pagamento dos salários a 20 de novembro conforme era habitual, disse ao Terras de Basto fonte da cooperativa.
De acordo com a fonte, a situação foi explicada aos trabalhadores da instituição, a quem foi manifestada a disposição de «assegurar o normal pagamento no dia habitual a quem disso fizesse questão» ou a quem, por força de compromissos assumido, de tal tivesse necessidade.
«Ninguém se opôs a este procedimento, até porque esta é uma situação pontual e por razões burocráticas», adiantou a fonte, sublinhando que «a situação estará ultrapassada em breve».
A situação já foi trazida a público no Facebook do jornal para-oficial do Partido Socialista, de acordo com o qual a situação «tem aumentado a preocupação entre os trabalhadores».
«Segundo colaboradores, o pagamento deveria ter sido efetuado ontem, mantendo o padrão que a cooperativa seguia regularmente, mas tal não aconteceu. Até ao momento, não foi divulgada qualquer justificação oficial para o atraso, deixando os trabalhadores apreensivos quanto ao que poderá acontecer nos próximos dias», escreve o gestor das redes sociais daquele periódico.
Segundo o autor, os funcionários da “Basto Vida” «aguardam esclarecimentos e esperam que a situação seja resolvida com brevidade, para que a normalidade seja restabelecida».






