Esta será a segunda vez que a tecnoestrutura da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto se vai expandir aos departamentos. Mas desta feita são três. Mais quatro divisões e 16 unidades técnicas. A discussão segue nos próximos dias. E este é o primeiro destaque de capa de mais uma ótima edição impressa do jornal Terras de Basto, em distribuição esta quinta-feira (19).
Mas o principal destaque da edição faz-se com o título “Um Castelo Nacional”. Apesar da sua riqueza artística e patrimonial, as Terras de Basto possuem apenas três monumentos nacionais: a Ponte de Cavez (Cabeceiras de Basto), a Ponte de Alvite (Cerva, Ribeira de Pena) e o Castelo de Arnoia (Celorico de Basto), todos de origem medieval. A partir de um texto do historiador Pedro Teixeira Gonçalves, evocamos os 80 anos de classificação desta fortaleza celoricense como Monumento Nacional.
Na caixa de chamadas, começamos pelo recuo do presidente da câmara de Cabeceiras de Basto perante as reivindicações dos Bombeiros, que vão continuar a usar em exclusivo o parque frente ao quartel. O autarca assumiu a falta de diálogo e recuou. As duas partes fizeram comunicados a anunciar isso mesmo.
Passamos novamente por Celorico de Basto para destacar mais uma edição da Festa das Camélias. Do ponto de vista da adesão popular, está provado que a marca de “capital das camélias” está em expansão. Os visitantes vêm a Celorico de Basto de todos os lados. É preciso combater a sazonalidade.
Já em Mondim de Basto, a notícia desta primeira página é a apresentação do novo miradouro das Fisgas de Ermelo. Acontece a 19 de abril. As Fisgas de Ermelo são umas quedas de água com 400 metros de desnível, consideradas das maiores da Península Ibérica. Vão contar a partir de agora com uma plataforma de visitação, que facilita a acessibilidade e dá mais segurança.
Passamos também por Ribeira de Pena, onde já se corre a maratona. Reuniu mais de quatro centenas a primeira etapa de “Um concelho em maratona”, iniciativa que pretende pôr a população a fazer exercício. Aconteceu em Cerva e Limões. Agora segue para Canedo.
São estes alguns dos destaques de mais uma ótima edição do Terras de Basto, onde pode ler ainda sobre a polémica ausência de Cabeceiras de Basto na BTL, sobre os Expostos e a Casa da Roda em Celorico de Basto – uma estreia nestas páginas do jovem historiador Francisco Portilho Teixeira –, a evolução da obra de instalação do maior parque eólico do país em Cabeceiras de Basto, e os milhões de prejuízos provocados pelo mau-tempo, e as comemorações camilianas por Terras de Basto. A propósito, sabia que Camilo tocava guitarra?
Tenha boas leituras, com o Terras de Basto.
João Paulo Mesquita, diretor






