{"id":4498,"date":"2025-10-23T13:20:40","date_gmt":"2025-10-23T13:20:40","guid":{"rendered":"https:\/\/terrasdebasto.pt\/?p=4498"},"modified":"2025-10-23T13:20:40","modified_gmt":"2025-10-23T13:20:40","slug":"a-historia-dos-necrasov-da-moldavia-a-basto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/terrasdebasto.pt\/?p=4498","title":{"rendered":"A hist\u00f3ria dos Necrasov: da Mold\u00e1via a Basto"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O acaso trouxe-os para Celorico de Basto depois de terem chegado, h\u00e1 vinte e quatro anos, a Portugal, vindos da natal Mold\u00e1via. Engenheiros agr\u00f3nomos, t\u00eam sobrevivido para l\u00e1 da forma\u00e7\u00e3o acad\u00e9mica. O gosto pela agricultura mant\u00e9m-se, contudo. Sonham concluir a casa que come\u00e7aram a construir em Gagos. E um dia destes instalar por ali uma unidade de ecoturismo. Na sua di\u00e1spora tiveram tr\u00eas filhos. Que projetam ficar por Portugal. S\u00e3o os Necrasov.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"974\" data-id=\"4500\" src=\"https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/4.-Foto-extra-Tatiana-e-os-filhos-1024x974.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4500\" srcset=\"https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/4.-Foto-extra-Tatiana-e-os-filhos-1024x974.jpg 1024w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/4.-Foto-extra-Tatiana-e-os-filhos-300x285.jpg 300w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/4.-Foto-extra-Tatiana-e-os-filhos-768x731.jpg 768w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/4.-Foto-extra-Tatiana-e-os-filhos-150x143.jpg 150w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/4.-Foto-extra-Tatiana-e-os-filhos-696x662.jpg 696w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/4.-Foto-extra-Tatiana-e-os-filhos-1068x1016.jpg 1068w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/4.-Foto-extra-Tatiana-e-os-filhos.jpg 1196w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>Por <strong>Ana Margarida Pereira<\/strong>\/<strong>Terras de Basto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 semelhan\u00e7a de outras geografias das Terras de Basto, Celorico tem sido, ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas, destino de v\u00e1rias fam\u00edlias com origem no leste europeu. Vindos da Mold\u00e1via, Tatiana e Denis Necrasov chegaram a Portugal no in\u00edcio do novo mil\u00e9nio, em tempos marcados pela vaga migrat\u00f3ria p\u00f3s-Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica.<\/p>\n\n\n\n<p>O percurso n\u00e3o foi linear: Algarve, Vila Real, Porto, Brasil. S\u00f3 em 2023 se fixaram definitivamente em Celorico de Basto, precisamente em Gagos, onde compraram terreno e come\u00e7aram a erguer a nova casa. Com tr\u00eas filhos \u2013 dois adultos, j\u00e1 a viver no Porto, e um mais novo, a iniciar o 3.\u00ba ano em Celorico \u2013 e um av\u00f4, de 87 anos, que entretanto se juntou \u00e0 fam\u00edlia, os Necrasov partilham uma hist\u00f3ria de integra\u00e7\u00e3o feita de sacrif\u00edcios, mas tamb\u00e9m de acolhimento e reconhecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Tatiana Necrasov, que se sentou \u00e0 conversa com o Terras de Basto, foi a porta-voz das mem\u00f3rias da chegada a Portugal, da import\u00e2ncia da l\u00edngua materna e da descoberta das tradi\u00e7\u00f5es locais. O resultado \u00e9 o retrato de uma integra\u00e7\u00e3o feita de esfor\u00e7o, partilha e esperan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>P. Em que contexto deixaram a Mold\u00e1via?<\/strong><br><strong>R. <\/strong>Cas\u00e1mos em 1999 e nessa altura a Mold\u00e1via j\u00e1 vivia tempos dif\u00edceis ap\u00f3s a separa\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica. O Denis veio primeiro para Portugal, com contactos de amigos que trabalhavam na constru\u00e7\u00e3o. A ideia era ficar apenas meio ano, juntar algum dinheiro e regressar. Mas acabou por se legalizar em 2000 e eu vim em 2001, com o nosso primeiro filho, o Alexandru, de dez meses. Inicialmente n\u00e3o sab\u00edamos se seria para sempre, mas o tempo passou\u2026 e j\u00e1 l\u00e1 v\u00e3o 24 anos!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>P. Como aconteceu virem para Celorico de Basto?<\/strong><br><strong>R. <\/strong>Pass\u00e1mos por v\u00e1rios locais\u2026 Primeiro o Algarve, depois Vila Real, onde nasceu a nossa filha Sofia, mais tarde o Porto. Entre 2017 e 2022, vivemos at\u00e9 no Brasil, onde nasceu o Alexei, o mais novo. S\u00f3 em 2023 nos mud\u00e1mos para Celorico. Eu e o meu marido somos engenheiros agr\u00f3nomos de forma\u00e7\u00e3o e sempre quisemos voltar \u00e0 terra. Encontr\u00e1mos um terreno em Gagos, perto da igreja paroquial, e come\u00e7\u00e1mos a construir a nossa casa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"769\" data-id=\"4501\" src=\"https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1.-Retrato-de-casal-Tatiana-e-Denis-Necrasov-1024x769.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4501\" srcset=\"https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1.-Retrato-de-casal-Tatiana-e-Denis-Necrasov-1024x769.jpg 1024w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1.-Retrato-de-casal-Tatiana-e-Denis-Necrasov-300x225.jpg 300w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1.-Retrato-de-casal-Tatiana-e-Denis-Necrasov-768x577.jpg 768w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1.-Retrato-de-casal-Tatiana-e-Denis-Necrasov-150x113.jpg 150w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1.-Retrato-de-casal-Tatiana-e-Denis-Necrasov-696x523.jpg 696w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1.-Retrato-de-casal-Tatiana-e-Denis-Necrasov-1068x803.jpg 1068w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1.-Retrato-de-casal-Tatiana-e-Denis-Necrasov.jpg 1368w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><strong>P. Que mem\u00f3rias t\u00eam dos primeiros tempos por c\u00e1?<\/strong><br><strong>R. <\/strong>Recordo-me dos past\u00e9is de nata e do vinho verde \u201cCasal Garcia\u201d, que adorei logo. N\u00e3o falava uma palavra em Portugu\u00eas, mas aprendi com esfor\u00e7o e apoio dos vizinhos. As pessoas foram extraordin\u00e1rias: ofereciam-nos batatas, repolhos, at\u00e9 roupas para o menino. Fiquei impressionada com a solidariedade. Na Mold\u00e1via n\u00e3o \u00e9 assim; o povo portugu\u00eas \u00e9 muito acolhedor.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>P. Foi f\u00e1cil a integra\u00e7\u00e3o dos filhos?<\/strong><br><strong>R. <\/strong>O Alexandru veio beb\u00e9, cresceu em Portugal e fala portugu\u00eas como primeira l\u00edngua. A Sofia nasceu c\u00e1, por isso considera este o seu pa\u00eds. O mais novo nasceu no Brasil, mas sente Portugal como a sua casa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>P. A prop\u00f3sito, que tradi\u00e7\u00f5es moldavas mant\u00eam em casa?<\/strong><br><strong>R. <\/strong>Sobretudo na gastronomia\u2026 Cozinho pratos moldavos, para matar saudades, especialmente porque o meu pai, que vive connosco, prefere os sabores da sua terra. Mas tamb\u00e9m seguimos as tradi\u00e7\u00f5es crist\u00e3s do Natal e da P\u00e1scoa, muito semelhantes \u00e0s portuguesas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>P. O que \u00e9 que a imigra\u00e7\u00e3o mudou na vossa din\u00e2mica familiar?<\/strong><br><strong>R. <\/strong>Na Mold\u00e1via, form\u00e1mo-nos em Agronomia, mas em Portugal tivemos de trabalhar noutras \u00e1reas. O Denis dedicou-se \u00e0 constru\u00e7\u00e3o civil, eu trabalhei em limpezas, talhos e mais tarde conclu\u00ed um doutoramento em Agronomia no Porto. No entanto, nunca foi f\u00e1cil exercer na \u00e1rea acad\u00e9mica. A vida familiar teve de se adaptar a essas mudan\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>P. E hoje, o que fazem em Celorico de Basto?<\/strong><br><strong>R. <\/strong>Estou desempregada, \u00e0 procura de emprego na minha \u00e1rea. Entretanto, fazemos trabalhos sazonais, como vindimas no Douro e apanha de mirtilos. Tamb\u00e9m cuidamos da nossa horta, onde cultivamos de tudo um pouco.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>P. Como se relacionam com a comunidade local? Tem sido f\u00e1cil?<\/strong><br><strong>R. <\/strong>Muito bem. Os vizinhos s\u00e3o af\u00e1veis e at\u00e9 j\u00e1 conhecemos v\u00e1rias pessoas da C\u00e2mara Municipal. O acolhimento foi excelente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>P. Participam na vida comunit\u00e1ria, nas associa\u00e7\u00f5es locais?&#8230;<\/strong><br><strong>R. <\/strong>Ainda pouco, mas o Alexei, o mais novo, j\u00e1 participou no desfile da Festa das Cam\u00e9lias.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>P. Que aspetos mais relevantes da cultura moldava procuram transmitir aos filhos?<\/strong><br><strong>R. <\/strong>A nossa l\u00edngua, \u00e9 fundamental. Falo romeno com os meus filhos, porque acredito que conhecer a l\u00edngua-m\u00e3e enriquece e mant\u00e9m a liga\u00e7\u00e3o \u00e0s origens. Tamb\u00e9m mantemos a gastronomia e os la\u00e7os familiares, com visitas de parentes da Mold\u00e1via. [<strong>NR<\/strong> &#8211; Na Mold\u00e1via, a l\u00edngua oficial \u00e9 o romeno, chamado oficialmente de &#8220;limba rom\u00e2n\u0103&#8221;. Historicamente, tamb\u00e9m se usava o termo &#8220;moldavo&#8221; para designar a l\u00edngua, mas linguisticamente n\u00e3o \u00e9 uma l\u00edngua diferente, \u00e9 essencialmente a mesma l\u00edngua que o romeno, com algumas varia\u00e7\u00f5es regionais].<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" data-id=\"4502\" src=\"https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3-.Fotografia-complementar-descontraida-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4502\" srcset=\"https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3-.Fotografia-complementar-descontraida-768x1024.jpg 768w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3-.Fotografia-complementar-descontraida-225x300.jpg 225w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3-.Fotografia-complementar-descontraida-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3-.Fotografia-complementar-descontraida-150x200.jpg 150w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3-.Fotografia-complementar-descontraida-300x400.jpg 300w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3-.Fotografia-complementar-descontraida-696x928.jpg 696w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3-.Fotografia-complementar-descontraida-1068x1424.jpg 1068w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/3-.Fotografia-complementar-descontraida.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><strong>P. O que destacam da identidade portuguesa \u00e0 vossa volta?<\/strong><br><strong>R. <\/strong>Adoro as festas populares, a vindima tradicional e a variedade agr\u00edcola poss\u00edvel neste clima. Aqui cultiva-se quase todo o ano, algo impens\u00e1vel na Mold\u00e1via. Tamb\u00e9m gostava de aprender a fazer p\u00e3o em forno a lenha, como as senhoras mais antigas da aldeia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>P. Quais foram as maiores dificuldades de integra\u00e7\u00e3o at\u00e9 agora?<\/strong><br><strong>R. <\/strong>A l\u00edngua, no in\u00edcio, claro. Mas sobretudo a burocracia. Pass\u00e1mos noites em filas para tratar da documenta\u00e7\u00e3o, muitas vezes em Lisboa. Tamb\u00e9m a sa\u00fade precisa de melhorar: h\u00e1 falta de especialistas e longas listas de espera.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>P. Que sonhos t\u00eam para o vosso futuro em Portugal?<\/strong><br><strong>R. <\/strong>O nosso maior objetivo \u00e9 concluir a casa em Gagos. Depois, sonhamos criar um projeto de ecoturismo, aproveitando a liga\u00e7\u00e3o \u00e0 agricultura e \u00e0 natureza.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>P. Como imaginam o futuro dos vossos filhos em Celorico de Basto?<\/strong><br><strong>R. <\/strong>Espero que o Alexei siga para a universidade e, quem sabe, se dedique \u00e0 agricultura connosco. Os mais velhos j\u00e1 est\u00e3o no Porto: o Alexandru trabalha em telecomunica\u00e7\u00f5es e a Sofia formou-se em Som e Luz. Tornou-se m\u00e3e h\u00e1 pouco tempo e deu-nos uma netinha. Gostava que o mais novo pudesse ter um futuro aqui em Celorico de Basto, sem ter de partir. [<strong>TB<\/strong>].<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O acaso trouxe-os para Celorico de Basto depois de terem chegado, h\u00e1 vinte e quatro anos, a Portugal, vindos da natal Mold\u00e1via. Engenheiros agr\u00f3nomos, t\u00eam sobrevivido para l\u00e1 da forma\u00e7\u00e3o acad\u00e9mica. 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