{"id":427,"date":"2024-07-15T23:12:44","date_gmt":"2024-07-15T23:12:44","guid":{"rendered":"https:\/\/terrasdebasto.pt\/?p=427"},"modified":"2024-07-15T23:12:44","modified_gmt":"2024-07-15T23:12:44","slug":"as-historicas-pontes-de-basto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/terrasdebasto.pt\/?p=427","title":{"rendered":"As hist\u00f3ricas pontes de Basto"},"content":{"rendered":"\n<p>Por Pedro Teixeira Gon\u00e7alves (*)<\/p>\n\n\n\n<p>O territ\u00f3rio medieval de Basto surgiu em torno da bacia m\u00e9dia do rio T\u00e2mega, remontando a meados do s\u00e9culo XI. O T\u00e2mega, afluente do Douro, \u00e9 desde ent\u00e3o um elemento separador, pela barreira f\u00edsica que representa, mas agregador deste vasto territ\u00f3rio, pela presen\u00e7a constante nos quatro concelhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, este rio constituiu, ao longo do tempo, uma barreira que separava as gentes de Basto, dispersas pelas muitas povoa\u00e7\u00f5es localizadas nos vales e encostas de ambas as margens. Mas tal divis\u00f3ria veio a ser ultrapassada pela arte e engenho das popula\u00e7\u00f5es locais ou pelos poderes estabelecidos, regionais e\/ou nacionais, atrav\u00e9s da constru\u00e7\u00e3o de diversas pontes, de v\u00e1rias tipologias e em diferentes \u00e9pocas, sendo que a maior parte das quais ainda subsiste.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, na bacia m\u00e9dia do T\u00e2mega, vimos surgir cinco imponentes travessias que aproximavam as popula\u00e7\u00f5es de ambas as margens e que permitiam a passagem de todos aqueles que transitavam por esta regi\u00e3o, duas delas desde a Idade M\u00e9dia.<\/p>\n\n\n\n<p>A Ponte de Cavez, erigida no s\u00e9culo XIII e \u00fanico Monumento Nacional do concelho de Cabeceiras de Basto, impressiona pela qualidade construtiva e robustez arquitet\u00f3nica, impondo a sua dimens\u00e3o num dos belos meandros do T\u00e2mega. Esta foi, durante s\u00e9culos, a principal porta de entrada ou sa\u00edda entre o Minho e Tr\u00e1s-os-Montes e um dos elos essenciais da t\u00e3o antiga e muito percorrida Estrada Real N.\u00ba 32.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta era, na Idade M\u00e9dia, uma das mais imponentes pontes sobre o T\u00e2mega, tendo sido assinalada por Leon de Rosmithal quando atravessou o Norte de Portugal, em peregrina\u00e7\u00e3o, em dire\u00e7\u00e3o a Santiago de Compostela. O recente estudo do seu trajeto de peregrina\u00e7\u00e3o constitui uma extraordin\u00e1ria mais-valia para esta regi\u00e3o de Basto.<\/p>\n\n\n\n<p>A antiga ponte medieval de Mondim de Basto, hoje desaparecida, possu\u00eda sete arcos e dataria, supostamente, dos finais da Idade M\u00e9dia. Apesar da reduzida informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel sobre si, sabe-se que foi parcialmente destru\u00edda aquando da Segunda Invas\u00e3o Francesa, em 1809, desaparecendo nas d\u00e9cadas seguintes por for\u00e7a do seu avan\u00e7ado estado de ru\u00edna.<\/p>\n\n\n\n<p>A sua substitui\u00e7\u00e3o verificou-se atrav\u00e9s da constru\u00e7\u00e3o da atual Ponte de Mondim de Basto, inaugurada em 1882, praticamente no mesmo local, ap\u00f3s tantos adiamentos e projetos falhados desde o reinado de D. Maria I. Esta nova constru\u00e7\u00e3o constitui um dos testemunhos do fulgor construtivo da \u00e9poca fontista, durante a qual o nosso pa\u00eds come\u00e7ou a ser dotado das infraestruturas vi\u00e1rias necess\u00e1rias \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de um mercado nacional, tendo contribu\u00eddo para unir, novamente, as irmanadas popula\u00e7\u00f5es de Celorico de Basto e de Mondim de Basto.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"527\" data-id=\"429\" src=\"https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-PONTE-DE-LOURIDO-1024x527.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-429\" srcset=\"https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-PONTE-DE-LOURIDO-1024x527.jpg 1024w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-PONTE-DE-LOURIDO-300x154.jpg 300w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-PONTE-DE-LOURIDO-768x395.jpg 768w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-PONTE-DE-LOURIDO-1536x790.jpg 1536w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-PONTE-DE-LOURIDO-150x77.jpg 150w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-PONTE-DE-LOURIDO-696x358.jpg 696w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-PONTE-DE-LOURIDO-1068x549.jpg 1068w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-PONTE-DE-LOURIDO.jpg 1795w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ponte de Lourido<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>Apesar de ter sido constru\u00edda com materiais diferentes (arame e madeira) e mais recentemente, j\u00e1 no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, a Ponte de Lourido, ligando esta povoa\u00e7\u00e3o da freguesia de Arnoia \u00e0 vizinha freguesia de Rebordelo, no concelho de Amarante, esteve a um passo do desaparecimento devido ao estado de abandono em que se encontrava at\u00e9 h\u00e1 pouco tempo, j\u00e1 que se previa a sua destrui\u00e7\u00e3o com a constru\u00e7\u00e3o da barragem de Frid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, a bem-vinda mudan\u00e7a de planos em rela\u00e7\u00e3o a este projeto hidroel\u00e9trico salvou-a de um destino quase certo e, atualmente, a feliz ideia de a recuperar projeta-a para um futuro risonho na dinamiza\u00e7\u00e3o do turismo nesta regi\u00e3o, tal como se verificou com a an\u00e1loga Ponte de Santo Aleixo de Al\u00e9m-T\u00e2mega, em Ribeira de Pena, que apesar da constru\u00e7\u00e3o da barragem de Daiv\u00f5es, foi poss\u00edvel conservar, num contexto ligeiramente diferente.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o foram apenas estas as travessias que aproximaram as popula\u00e7\u00f5es desta regi\u00e3o, pois subsiste um sem n\u00famero de pontilh\u00f5es e pontes de menor dimens\u00e3o, muitas das quais remontam \u00e0 \u00e9poca medieval, que foram sendo edificadas para permitir a passagem segura dos muitos regatos, ribeiras e rios, afluentes do T\u00e2mega, os quais irrigam as fertil\u00edssimas terras da regi\u00e3o de Basto.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre estas, destaco, apenas a t\u00edtulo de curiosidade, a Ponte do Caneiro (Arco de Ba\u00falhe), a Ponte do Forno (Santa Senhorinha de Basto), a Ponte de Moimenta (Cavez), a Ponte de Painzela, a Ponte de P\u00e9 (Refojos de Basto), a Ponte Pedrinha (Alvite), a Ponte Pequena de Cavez, a Ponte da Pontinha (Pedra\u00e7a) e a Ponte Velha do Arco de Ba\u00falhe, todas no concelho de Cabeceiras de Basto.<\/p>\n\n\n\n<p>Destaco igualmente a Ponte de Alvite (Cerva) e a Ponte de Louredo (S\u00e3o Salvador) no concelho de Ribeira de Pena; a Ponte de Cabrestos (Atei), a Ponte de Ermelo, a Ponte de Fragoso (Atei), a Ponte Nova de Bilh\u00f3, a Ponte de Travassos (Bilh\u00f3) e a Ponte de Vilar de Viando, no concelho de Mondim de Basto; a Ponte da Boucelha (Veade), a Ponte Raposa (Britelo) e a Ponte das Torres (Ribas), no concelho de Celorico de Basto, entre tantas outras.<\/p>\n\n\n\n<p>(*) Historiador, professor.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Pedro Teixeira Gon\u00e7alves (*) O territ\u00f3rio medieval de Basto surgiu em torno da bacia m\u00e9dia do rio T\u00e2mega, remontando a meados do s\u00e9culo XI. 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