{"id":4228,"date":"2025-04-25T22:52:43","date_gmt":"2025-04-25T22:52:43","guid":{"rendered":"https:\/\/terrasdebasto.pt\/?p=4228"},"modified":"2025-04-25T22:52:43","modified_gmt":"2025-04-25T22:52:43","slug":"so-ha-liberdade-quando-houver-paz-pao-habitacao-saude-e-educacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/terrasdebasto.pt\/?p=4228","title":{"rendered":"S\u00f3 h\u00e1 liberdade quando houver paz, p\u00e3o, habita\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>MARCO GOMES (*)<\/p>\n\n\n\n<p>Inicio esta minha interven\u00e7\u00e3o resgatando de 1974 um trecho de uma letra intemporal que consta da m\u00fasica de um \u00e1lbum lan\u00e7ado poucos meses ap\u00f3s a \u201crevolu\u00e7\u00e3o de Abril\u201d, o dia inicial inteiro e limpo. \u00abS\u00f3 h\u00e1 liberdade a s\u00e9rio quando houver a paz, o p\u00e3o, habita\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o\u00bb.<\/p>\n\n\n\n<p>Vivemos numa sociedade em que tudo produz em comum, embora n\u00e3o seja para uso comum aquilo que se produz. N\u00e3o temos, atualmente, uma sociedade em que os ganhos coletivos sejam equitativamente distribu\u00eddos, havendo quem tenha muito sem muito fazer e quem muito fa\u00e7a e tenha pouco. N\u00e3o \u00e9 livre quem \u00e0 car\u00eancia est\u00e1 sujeito, n\u00e3o \u00e9 livre quem n\u00e3o pode decidir. Devemos abertamente assumir este des\u00edgnio comum de erradicar a car\u00eancia e dar a todos a liberdade de decidir.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 o nosso dever comum envidar todos os esfor\u00e7os para que haja uma vit\u00f3ria sobre a car\u00eancia; para que quem nasce, nas\u00e7a com as suas condi\u00e7\u00f5es materiais de vida satisfeitas, para que possa ter tempo para viver e criar livremente. Este dever cumpre-se participando, desprendida e humanisticamente, na vida coletiva. Participando nas comunidades locais, nas associa\u00e7\u00f5es, nas cooperativas, nos movimentos sociais, nos partidos pol\u00edticos e na pol\u00edtica. Isto \u00e9 tomar o nosso destino com as m\u00e3os, sem medos nem rever\u00eancias, tentando transformar a realidade no futuro que queremos.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, esta participa\u00e7\u00e3o na vida p\u00fablica est\u00e1 assombrada pelos tempos de rela\u00e7\u00f5es sociais fr\u00e1geis, em que cada vez mais se tornam rela\u00e7\u00f5es mercantilizadas e individualizadas. Quase tudo gira em torno do eu-consumista, autocentrado e constantemente afagado pelo uso intencional dos algoritmos das grandes tecnol\u00f3gicas para nos manterem sossegados e fi\u00e9is ao deus Mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00abS\u00f3 h\u00e1 liberdade a s\u00e9rio quando houver a paz, o p\u00e3o, habita\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o\u00bb.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>Paz<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje discute-se, no espa\u00e7o geopol\u00edtico da Uni\u00e3o Europeia, a excecionalidade econ\u00f3mica e financeira de uma \u201ccorrida\u201d armamentista, agitando os fantasmas do passado de uma \u00abamea\u00e7a russa\u00bb, estimulando um<\/p>\n\n\n\n<p>\u00abp\u00e2nico moral\u00bb um m\u00e9todo de manipula\u00e7\u00e3o de massas sobejamente conhecido e utilizado. Tentam impor um gasto inimagin\u00e1vel de recursos materiais e imateriais de todos n\u00f3s numa Europa militarmente superior \u00e0 aclamada \u00abamea\u00e7a russa\u00bb n\u00e3o dando conta, de prop\u00f3sito, que perante a crise financeira, sublinho, com origem na especula\u00e7\u00e3o da grande finan\u00e7a mundial, n\u00e3o houve qualquer excecionalidade para o essencial, cortando de forma cega os sal\u00e1rios, os apoios sociais, os gastos em sa\u00fade e em educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>De referir, tamb\u00e9m, a hipocrisia e passividade dos nossos Estados perante o genoc\u00eddio que acontece na Palestina, em que temos o Estado de Israel a cometer crimes de guerra em prol de um projeto etno-nacionalista totalmente contr\u00e1rio aos princ\u00edpios fundacionais da \u201crevolu\u00e7\u00e3o de Abril\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Falar da paz em Portugal, \u00e9 defender a Paz na Palestina e outros territ\u00f3rios em que os mais fr\u00e1geis e desprotegidos s\u00e3o, sempre, as v\u00edtimas.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>P\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p>Com a industrializa\u00e7\u00e3o e a automa\u00e7\u00e3o dos meios de produ\u00e7\u00e3o, o tempo e os rendimentos est\u00e3o mal distribu\u00eddos. Uns poucos t\u00eam muito, muitos t\u00eam pouco. E o problema de fundo \u00e9 o mesmo: a concentra\u00e7\u00e3o do tempo e dos rendimentos nas m\u00e3os de poucos \u00e0 custa do esfor\u00e7o e do trabalho de muitos.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, em Portugal, um euro de rendimento do trabalho paga mais imposto do que um euro de rendimento de capital, promovendo, assim, uma transfer\u00eancia de riqueza dos de baixo para os de cima.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, em Portugal, trabalha-se mais de quarenta horas semanais, quando no s\u00e9culo dezanove se defendia a jornada semanal de quarenta horas, ou seja, com toda a evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, com todos os ganhos de produtividade do \u00faltimo s\u00e9culo, trabalhamos tempo demais \u00e0 custa do tempo para a participa\u00e7\u00e3o p\u00fablica, para o lazer, para os nossos. N\u00e3o deve ser assim.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Habita\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p>Tanta casa sem gente e tanta gente sem casa. Hoje, em certas cidades portuguesas, o pre\u00e7o de arrendamento e de compra de uma casa \u00e9 superior ao ganho m\u00e9dio do trabalhador portugu\u00eas. Isto \u00e9 uma urg\u00eancia nacional. A habita\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve ser um jogo de especula\u00e7\u00e3o. Ter uma habita\u00e7\u00e3o \u00e9 um direito constitucional e uma exig\u00eancia existencial. N\u00e3o ter uma habita\u00e7\u00e3o condigna e materialmente acess\u00edvel \u00e9 um problema e deve ser tratado com pol\u00edticas p\u00fablicas s\u00e9rias e imediatas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sa\u00fade<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das maiores conquistas de Abril, o nosso Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade, est\u00e1 hoje amea\u00e7ado com a escassez de recursos e pol\u00edticas governativas errantes. Como princ\u00edpio, a Sa\u00fade n\u00e3o deve ser vista como um neg\u00f3cio. Como tal, um SNS com melhores sal\u00e1rios, melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho e de progresso, com a incorpora\u00e7\u00e3o de inova\u00e7\u00e3o e tecnologia e longe das l\u00f3gicas mercantilistas de mercado \u00e9 um servi\u00e7o mais forte e capaz. O contr\u00e1rio do que se pratica hoje e do que defendem os governos quando privilegiam a transfer\u00eancias de recursos p\u00fablicos para o setor privado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Educa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p>A Ci\u00eancia, o Conhecimento e a Educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o os eixos de desenvolvimento de qualquer sociedade digna e civilizada e est\u00e3o, hoje, sob um ataque cerrado de negacionistas, obscurantistas e demais figur\u00f5es sinistros. \u00c9 um dever de quem quer lutar contra os nossos maiores males comuns, o racismo, a intoler\u00e2ncia e o individualismo consumista, defendendo o primado do conhecimento como a base de progresso de uma sociedade que se quer livre e criativa.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, pensar Abril \u00e9, tamb\u00e9m, pensar local. Que rumo queremos para a nossa terra? Que objetivo nos mover\u00e1 a percorrer o caminho da exist\u00eancia coletiva? Perante o despovoamento do territ\u00f3rio, o envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o, as consequ\u00eancias das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e o centralismo politico-administrativo, \u00e9 de um rumo novo que precisamos.<\/p>\n\n\n\n<p>Um rumo novo que n\u00e3o deve ser imposto. N\u00e3o deve nascer de cima e ser altivamente apresentado aos de baixo. Pelo contr\u00e1rio, deve ser discutido nas ruas, nas institui\u00e7\u00f5es, com todos, dos mais novos aos mais velhos, para que em di\u00e1logo possamos construir um rumo novo, um projeto de futuro para nossa terra e para as nossas pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em momentos dif\u00edceis, mais do que nunca, \u00e9 preciso estabelecer as prioridades do presente, n\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o do presente, mas em fun\u00e7\u00e3o do futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>Prioridades do presente passam pela:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>cria\u00e7\u00e3o de emprego e na aposta na digitaliza\u00e7\u00e3o da economia local, como fatores determinantes de fixa\u00e7\u00e3o e atra\u00e7\u00e3o de pessoas para o territ\u00f3rio; e com enfoque no emprego com qualidade, bem remunerado e com v\u00ednculos duradouros, como condi\u00e7\u00e3o para o aumento da taxa de natalidade;<\/li>\n\n\n\n<li>refor\u00e7o da educa\u00e7\u00e3o superior, forma\u00e7\u00e3o profissional, da sa\u00fade e do apoio social, cuidando e protegendo os mais vulner\u00e1veis e dos mais velhos, aumentando o bem-estar e a coes\u00e3o social da nossa comunidade;<\/li>\n\n\n\n<li>resposta s\u00e9ria \u00e0s altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, estimulando um modelo sustent\u00e1vel de crescimento, uma gest\u00e3o inteligente dos recursos humanos, financeiros ambientais e culturais, apostando no uso das energias renov\u00e1veis, na mobilidade verde e na economia circular;<\/li>\n\n\n\n<li>promo\u00e7\u00e3o de uma governa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio planeada, que presta contas, atendendo ao local e ao global e promovendo a participa\u00e7\u00e3o de todos na vida p\u00fablica.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Para que a nossa terra possa ser outra coisa devemos, antes de mais, compreender, como escreveu Miguel Laranjeira, que viveu a transi\u00e7\u00e3o da Monarquia para a Rep\u00fablica, que o nosso mal \u00ab\u00e9 ningu\u00e9m sentir necessidade de fazer cultura, \u00e9 ningu\u00e9m compreender que a intelig\u00eancia \u00e9 o grande capital dos povos modernos e a cultura a mais fecunda das revolu\u00e7\u00f5es\u00bb.<\/p>\n\n\n\n<p>Viva a Liberdade!<\/p>\n\n\n\n<p>Por Abril, obrigado.<\/p>\n\n\n\n<p>(*) Interven\u00e7\u00e3o feita esta sexta-feira (25), enquanto representante do movimento \u201cIndependentes Por Cabeceiras\u201d, na sess\u00e3o comemorativa do anivers\u00e1rio do \u201c25 de Abril\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"712\" data-id=\"4230\" src=\"https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MARCO-GOMES-2-1024x712.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4230\" srcset=\"https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MARCO-GOMES-2-1024x712.jpg 1024w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MARCO-GOMES-2-300x208.jpg 300w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MARCO-GOMES-2-768x534.jpg 768w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MARCO-GOMES-2-1536x1067.jpg 1536w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MARCO-GOMES-2-150x104.jpg 150w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MARCO-GOMES-2-696x484.jpg 696w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MARCO-GOMES-2-1068x742.jpg 1068w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/MARCO-GOMES-2.jpg 1809w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MARCO GOMES (*) Inicio esta minha interven\u00e7\u00e3o resgatando de 1974 um trecho de uma letra intemporal que consta da m\u00fasica de um \u00e1lbum lan\u00e7ado poucos meses ap\u00f3s a \u201crevolu\u00e7\u00e3o de Abril\u201d, o dia inicial inteiro e limpo. \u00abS\u00f3 h\u00e1 liberdade a s\u00e9rio quando houver a paz, o p\u00e3o, habita\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o\u00bb. 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