{"id":361,"date":"2024-07-05T10:57:09","date_gmt":"2024-07-05T10:57:09","guid":{"rendered":"https:\/\/terrasdebasto.pt\/?p=361"},"modified":"2024-07-05T10:57:19","modified_gmt":"2024-07-05T10:57:19","slug":"marcelo-mantem-o-livro-aberto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/terrasdebasto.pt\/?p=361","title":{"rendered":"Marcelo mant\u00e9m o livro aberto"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>O livro ser\u00e1 sempre o elo mais forte entre Marcelo Rebelo de Sousa e as Terras de Basto. Diz que, al\u00e9m dos v\u00e1rios milhares de exemplares que j\u00e1 enviou para Celorico de Basto, mais vir\u00e3o nos pr\u00f3ximos tempos. E que a biblioteca a que empresta o nome tem de ser insubstitu\u00edvel. A caminho do final da sua Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, sentou-se com o Terras de Basto, conclu\u00eddo mais um dia de trabalho.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Veio a Celorico de Basto e aproveitou para apresentar publicamente a Oficina da M\u00fasica, espa\u00e7o polivalente instalado pelo munic\u00edpio no edif\u00edcio escolar do \u201cantigo ciclo\u201d. Almo\u00e7ou com autarcas, falou muito \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o social, ouviu a Banda de M\u00fasica de Santa Tecla e apresentou um livro sobre Ant\u00f3nio Ribeiro, o cardeal-patriarca nascido em S\u00e3o Clemente. Pelo meio, distribuiu beijos e abra\u00e7os a rodos. Privilegia as mulheres na abordagem, mas n\u00e3o olha a idades. E os homens, nota-se, tamb\u00e9m gostam dos afetos.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Num cadeir\u00e3o da Casa da Terra, aguardado pela ajudante de campo e pelo presidente da c\u00e2mara, falou a este jornal da av\u00f3 Joaquina e da doa\u00e7\u00e3o que ora fez em sua mem\u00f3ria ao grupo cultural de Gandarela de Basto, da maior dificuldade em presidir \u00e0 assembleia municipal de Celorico de Basto do que \u00e0 de Cascais, e defendeu \u00abmedidas de discrimina\u00e7\u00e3o positiva\u00bb para as terras de montanha como combate \u00e0 \u00abinevitabilidade\u00bb da desertifica\u00e7\u00e3o.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Voltando aos livros e \u00e0 biblioteca celoricense, a que sempre volta, falou da \u201cFatinha\u201d e revelou que, ap\u00f3s o fim do mandato, se prop\u00f5e dedicar aos mais jovens, em idades de ensino b\u00e1sico e secund\u00e1rio, um pouco por todo o pa\u00eds, mas em que \u00abum polo importante ser\u00e1 certamente Celorico de Basto, ligado \u00e0 biblioteca e a biblioteca ligada \u00e0s escolas\u00bb.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8212; <strong>Localizadas embora em Pedra\u00e7a (Cabeceiras de Basto) e Gandarela (Celorico de Basto) as origens dos av\u00f3s paternos, Santos-o-Velho (Lisboa) \u00e9 apontado como local de nascimento do pai Baltazar Rebelo de Sousa. Em que circunst\u00e2ncias isso aconteceu? Viviam em Lisboa os av\u00f3s paternos?<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>&#8212; O meu pai nasceu em Lisboa. A minha av\u00f3 Joaquina, que \u00e9 da Gandarela, S\u00e3o Clemente, viveu aqui com a fam\u00edlia\u2026 Mais tarde, namorou com o meu av\u00f4, que era de Pedra\u00e7a, em Cabeceiras de Basto. Ele morreu muito cedo, ficando ela como chefe de fam\u00edlia\u2026 Da\u00ed a liga\u00e7\u00e3o a Celorico de Basto.<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong><em>&#8212; Acaba de formalizar a doa\u00e7\u00e3o de uma propriedade que herdou dessas origens familiares a uma coletividade de Gandarela de Basto. Era o titular dessa heran\u00e7a ou f\u00ea-lo em nome da fam\u00edlia? Que significado tem essa doa\u00e7\u00e3o? Quer contar-nos como se processou?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8212; No fundo, trata-se de terreno que era da minha av\u00f3 e que, depois, por partilhas e por vontade do meu pai, imediatamente antes de morrer, j\u00e1 l\u00e1 v\u00e3o mais de vinte anos, ficou para o irm\u00e3o, Olavo. Tivemos a nossa parte, fic\u00e1mos com a nossa parte l\u00e1&#8230; E os descendentes do irm\u00e3o do meu pai, do meu tio Olavo, entenderam que devia ser doado a uma institui\u00e7\u00e3o de solidariedade social. N\u00f3s concord\u00e1mos, os meus irm\u00e3os e eu. E, portanto, depois de um processo, que \u00e9 sempre longo e burocr\u00e1tico, envolvendo o munic\u00edpio, chegou-se a essa conclus\u00e3o. Que \u00e9 uma homenagem \u00e0 minha av\u00f3 e a perpetua\u00e7\u00e3o da sua presen\u00e7a e da presen\u00e7a da fam\u00edlia neste concelho e, concretamente, naquela freguesia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>&#8212; Houve raz\u00f5es do foro pol\u00edtico-partid\u00e1rio que contribu\u00edram para refor\u00e7ar a rela\u00e7\u00e3o de Marcelo Rebelo de Sousa com Basto, concretamente em circunst\u00e2ncias que o fizeram candidato \u00e0 Assembleia Municipal de Celorico\u2026<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8212; \u00c9 muito simples. Na altura, era l\u00edder do partido, e defendia que os pol\u00edticos, que tendo tido embora outras responsabilidades, nomeadamente num governo, deviam ter tamb\u00e9m experi\u00eancia aut\u00e1rquica. Eu estava \u00e0 vontade, porque tinha tido essa experi\u00eancia aut\u00e1rquica desde 1979, antes mesmo da experi\u00eancia governativa. Tinha voltado a ter mais tarde, nos anos 90, primeiro em Cascais e depois em Lisboa.<\/p>\n\n\n\n<p>Convidei ent\u00e3o todas as figuras do partido que j\u00e1 tinham tido experi\u00eancia pol\u00edtica nacional, nomeadamente governativa, a aceitarem lugares aut\u00e1rquicos. A\u00ed, o presidente da C\u00e2mara Municipal de Celorico de Basto, que era tamb\u00e9m o presidente da Concelhia do partido, o professor Albertino Mota e Silva, convidou-me em pleno congresso, assim de surpresa\u2026 \u201cOlha, porque \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 o exemplo e vem para Celorico de Basto?\u201d. E eu disse \u201csim senhor, eu vou por Celorico\u201d. Concorri como cabe\u00e7a-de-lista \u00e0 Assembleia Municipal. Fui eleito e estive aqui dois mandatos. Disse que eram dois mandatos\u2026 Na altura, ainda n\u00e3o havia limite de tr\u00eas mandatos.<\/p>\n\n\n\n<p>Fiz a viragem do s\u00e9culo em Celorico de Basto, depois ainda fui mandat\u00e1rio das candidaturas para o mandato seguinte, tamb\u00e9m me empenhei no mandato seguinte, j\u00e1 n\u00e3o como autarca, mas a minha liga\u00e7\u00e3o permaneceu. E fiquei como consultor, a t\u00edtulo gracioso, da Biblioteca de Celorico de Basto. \u00c9 esta liga\u00e7\u00e3o que continua e continuar\u00e1 at\u00e9 o fim da minha vida.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"748\" src=\"https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-ENTREVISTA-1024x748.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-367\" srcset=\"https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-ENTREVISTA-1024x748.jpg 1024w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-ENTREVISTA-300x219.jpg 300w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-ENTREVISTA-768x561.jpg 768w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-ENTREVISTA-1536x1122.jpg 1536w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-ENTREVISTA-2048x1496.jpg 2048w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-ENTREVISTA-150x110.jpg 150w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-ENTREVISTA-696x509.jpg 696w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-ENTREVISTA-1068x780.jpg 1068w, https:\/\/terrasdebasto.pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/FOTO-02-ENTREVISTA-1920x1403.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong><em>&#8212; A prop\u00f3sito, embora estejamos a falar de momentos muito diferentes, qual dos exerc\u00edcios lhe foi mais dif\u00edcil, o da presid\u00eancia da Assembleia Municipal de Cascais ou da de Celorico de Basto?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8212; Direi que foi mais complicado em Celorico de Basto. Primeiro, eram muito mais freguesias. Aqui, eram o dobro, ou mais do dobro, das freguesias. Segundo lugar, eram muito diferentes entre si. Com uma grande heterogeneidade econ\u00f3mica e social. Depois, numa altura ainda muito dif\u00edcil, em que est\u00e1vamos no final do \u201cranking\u201d de munic\u00edpios portugueses. Praticamente, \u00e9ramos o \u00faltimo, pen\u00faltimo ou antepen\u00faltimo [desse \u201cranking\u201d].<\/p>\n\n\n\n<p>Porque n\u00e3o t\u00ednhamos ind\u00fastria\u2026 porque a agricultura n\u00e3o estava a passar um bom bocado, nomeadamente no que respeita ao setor do vinho\u2026 porque o com\u00e9rcio se ressentia e os servi\u00e7os tamb\u00e9m\u2026 o turismo\u2026 Portanto, era um caminho dif\u00edcil de fazer.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Celorico de Basto, fiz presid\u00eancias-abertas, correndo as v\u00e1rias freguesias. Na altura, preocupado com aquilo que era fundamental para o funcionamento das escolas, a pensar nos mais novos. Nesse sentido, a presid\u00eancia deu muito trabalho. N\u00e3o foi vir c\u00e1 a uma reuni\u00e3o da Assembleia Municipal. Tivemos v\u00e1rias assembleias extraordin\u00e1rias, rotativas, o que implicava uma organiza\u00e7\u00e3o, uma prepara\u00e7\u00e3o e uma execu\u00e7\u00e3o. Que acumulei com outras fun\u00e7\u00f5es, de professor em Lisboa e, numa parte do tempo, com a lideran\u00e7a do partido. Portanto, como imagina, foi um tempo muito, muito exigente, mas muito estimulante e muito inspirador.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>&#8212; Ainda neste contexto\u2026 Estamos a caminho do fim do segundo e \u00faltimo mandato como Presidente da Rep\u00fablica. O que reserva Marcelo Rebelo de Sousa para Celorico de Basto na reforma pol\u00edtica que se avizinha? Gostava de manter a rela\u00e7\u00e3o com o concelho e com as Terras de Basto? J\u00e1 lhe passou pela cabe\u00e7a como o pode vir a fazer?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><br>&#8212; Diria o seguinte\u2026 Ainda durante o mandato presidencial n\u00e3o vai haver muito tempo para isso\u2026 Por uma raz\u00e3o muito simples: s\u00e3o anos muito ocupados. Este \u00e9 o ano dos 50 anos do \u201c25 de Abril\u201d. O pr\u00f3ximo ano ser\u00e1 tamb\u00e9m muito importante, porque em cima disso cavalga o centen\u00e1rio de M\u00e1rio Soares. Depois em cima disso cavalga a prepara\u00e7\u00e3o dos 50 anos da Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Portuguesa, embora j\u00e1 caiba no mandato de um sucessor. Depois, h\u00e1 compromissos internacionais, que s\u00e3o sempre muito possessivos, e depois, verdadeiramente, estamos a passar no mundo uma situa\u00e7\u00e3o que exige, no plano interno, um acompanhamento muito atento da parte do Presidente da Rep\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, aquilo que refere \u00e9 mais para o per\u00edodo seguinte ao termo do segundo mandato presidencial. A\u00ed sim, a minha ideia \u00e9, em princ\u00edpio, dedicar-me aos mais jovens. Portanto, b\u00e1sico e secund\u00e1rio, um pouco por todo o pa\u00eds. Vamos ver em que termos. Tenho j\u00e1 uma ideia, e \u00e9 para concretizar. E um polo importante ser\u00e1 certamente Celorico de Basto, ligado \u00e0 biblioteca e a biblioteca ligada \u00e0s escolas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 poss\u00edvel fazer mais coisas\u2026 Sempre com a minha preocupa\u00e7\u00e3o, que \u00e9 o papel do livro, o papel da cultura, o papel da escola. E trabalhando com gente mais nova, que, al\u00e9m do mais, tem a vantagem de n\u00e3o envelhecer como quando se trabalha com gente mais velha ou minha contempor\u00e2nea.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>&#8212; Para l\u00e1 dos milhares de livros que tem doado \u00e0 biblioteca a que empresta o nome, o que motiva a que fa\u00e7a em Celorico de Basto o dep\u00f3sito de um acervo documental puramente pessoal, como tem feito? Seu, mas tamb\u00e9m de seu pai\u2026 Idealiza associar \u00e0 biblioteca uma unidade museol\u00f3gica que evoque os Rebelo de Sousa?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><br>&#8212; N\u00e3o, n\u00e3o, n\u00e3o. Eu sei que h\u00e1 uma parte que tem objetos pessoais, muitos pessoais, e tal\u2026 E de que, mais tarde, ir\u00e3o fazer um aproveitamento, mais em fun\u00e7\u00e3o da pessoa e n\u00e3o da biblioteca. S\u00e3o coisas que fui reunindo ao longo do tempo\u2026 Mas, quanto \u00e0 biblioteca, a minha ideia \u00e9 integr\u00e1-la completamente na biblioteca municipal, sem haver aquele lugar, ou um canto\u2026 ou uma parte espec\u00edfica\u2026 N\u00e3o faz sentido, porque, como tenciono continuar a veicular para Celorico de Basto tudo aquilo que \u00e9 a minha biblioteca, e o muito que tenho ainda em Lisboa, \u00e9 evidente que o que faz sentido \u00e9 que, uma vez integrada na biblioteca, \u00e9 a Biblioteca de Celorico de Basto.<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong><em>&#8212; Neste contexto, tem feito sugest\u00f5es \u00e0 Fatinha?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8212; N\u00e3o. A Fatinha [F\u00e1tima Cunha, diretora da Biblioteca Municipal Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa] n\u00e3o precisa. Porque a Fatinha \u00e9 uma mulher espetacular. Est\u00e1 desde a primeira hora ligada \u00e0 biblioteca e, portanto, sabe exatamente o meu pensamento, o pensamento origin\u00e1rio do munic\u00edpio. E ela pr\u00f3pria tem de ter a liberdade de dirigir, criando, recriando, as vezes que forem necess\u00e1rias. A biblioteca tem de ter um papel insubstitu\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>&#8212; Dando, por \u00faltimo, um salto para realidades mais palp\u00e1veis\u2026 Os concelhos de Basto s\u00e3o dos que, no interior do pa\u00eds, sofrem particularmente o fen\u00f3meno da desertifica\u00e7\u00e3o. N\u00e3o lhe parece que \u00e9 mais do que tempo para a defini\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas multi-setoriais expressamente dirigidas ao combate a este problema? Que ultrapassam as raz\u00f5es econ\u00f3micas\u2026<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8212; Sabe, isso \u00e9 uma inevitabilidade\u2026 Diria o seguinte\u2026 A desertifica\u00e7\u00e3o em geral dos chamados interiores \u00e9 um problema nacional. As desigualdades e a falta de coes\u00e3o \u00e9 um problema nacional. A exist\u00eancia de um atraso, que nalguns casos \u00e9 dram\u00e1tico e noutros menos dram\u00e1tico\u2026 Mas o atraso e uma assimetria que punem o todo nacional \u00e9 uma evid\u00eancia. A ideia de que n\u00e3o \u00e9 mau haver uma parte do pa\u00eds que vai muito avan\u00e7ada e outra que n\u00e3o vai a esse ritmo&#8230; \u00e9 um erro. Puxa para tr\u00e1s. No caso das Terras de Basto, podemos e devemos\u2026 O PRR [Plano de Recupera\u00e7\u00e3o e Resili\u00eancia] \u00e9 uma ocasi\u00e3o para isso, o \u201cPortugal 2030\u201d \u00e9 uma ocasi\u00e3o para isso\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>Mas no caso das freguesias de montanha, por exemplo\u2026 \u00e9 evidente que tem de haver medidas de discrimina\u00e7\u00e3o positiva. Para puxar por elas. N\u00e3o penso que seja f\u00e1cil a solu\u00e7\u00e3o. Nem que se resolva achando que se volta atr\u00e1s e se volta a tentar fazer l\u00e1 uma agricultura e uma pecu\u00e1ria que s\u00e3o de outra \u00e9poca. Portanto, tem de se procurar\u2026 no dom\u00ednio da valoriza\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio, da cultura do territ\u00f3rio, da riqueza patrimonial, do turismo de qualidade, da viv\u00eancia das pessoas, de novas formas de atividade produtiva. E o produtivo pode ligar-se ao cultural. \u00c0quilo que seja futuro, e n\u00e3o passado. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O livro ser\u00e1 sempre o elo mais forte entre Marcelo Rebelo de Sousa e as Terras de Basto. Diz que, al\u00e9m dos v\u00e1rios milhares de exemplares que j\u00e1 enviou para Celorico de Basto, mais vir\u00e3o nos pr\u00f3ximos tempos. E que a biblioteca a que empresta o nome tem de ser insubstitu\u00edvel. 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